quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

“A previdência complementar tem futuro”. Artigo mostra por que o produto é um dos melhores investimentos de longo prazo. Confira!

A previdência complementar tem futuro
Por Antonio Penteado Mendonça, publicado em 15 Fevereiro 2016 no Jornal Estado de São Paulo.
Em 2015 o setor de seguros ultrapassou os R$ 300 bilhões de faturamento. Para um ano ruim, o setor não pode se queixar. Tem gente que foi muito pior. Provavelmente, uma análise criteriosa da economia mostrará a atividade como uma das menos afetadas pela crise que leva o Brasil montanha abaixo, numa velocidade apavorante.
Mas este número precisa ser visto com cautela. O crescimento não foi homogêneo, tanto no que diz respeito aos ramos de seguros, como no que diz respeito a todas as empresas que compõem o segmento. Dizer que o seguro de veículos cresceu 3% é reconhecer que ele apresentou uma queda de 7%. Não há como desconsiderar a inflação do período que, pela primeira vez em duas décadas, ficou acima dos 10%.
Assim, numa abordagem transparente do crescimento do setor, o que fica evidente é que o carro chefe do crescimento foram os planos de previdência complementar.
Os PGBLs e VGBLs, que se mostraram não só resistentes à crise, mas, principalmente, uma alternativa interessante para o investidor com capacidade para deixar seu dinheiro aplicado por vários anos.
Dinheiro não dorme de touca. Em qualquer circunstância, ele busca o melhor caminho para sua multiplicação. E se tem quem insiste em remar contra a maré, ou imagina que é mais esperto do que os outros e por isso perde nas aplicações que escolhe, a maioria segue na toada do bom senso e é exatamente aí que a previdência complementar abriu os braços para receber quem quis aplicar nela.
O segredo da previdência privada é ela ser uma troca entre o governo e o investidor. Ainda que no Brasil isso não fique completamente claro, o plano de previdência privada não é mais do que o governo abrir mão de parte do imposto a que teria direito, em troca do investidor deixar o dinheiro aplicado por períodos mais longos.
A razão é simples: fazendo isso, o governo consegue recursos relativamente baratos para financiar os projetos de infraestrutura, normalmente de maturação longa e baixa remuneração.
A rentabilidade de grande parte da previdência complementar aberta brasileira está atrelada à remuneração dos títulos públicos federais. Por uma série de razões, que não cabe serem analisadas agora, estes papéis têm apresentado rentabilidade bastante elevada ao longo dos últimos anos. E, em 2015, com a inflação passando a casa dos 10%, mais uma vez eles se mostraram interessantes, já que a rentabilidade ficou acima de 14%.
Só isto, neste momento, seria uma boa razão para investir em previdência complementar aberta. Mas ainda falta contar o pulo do gato: na troca descrita acima, o governo reduz o imposto de renda incidente sobre os investimentos com dez anos ou mais para 15%, ou seja, muito menos do que o imposto incidente sobre a maioria das operações financeiras.
Juros
Como em 2016 os juros devem continuar elevados, mesmo com o governo fazendo pressão para o Banco Central reduzi-los, a previdência complementar permanece sendo um investimento interessante para quem tem dinheiro para aplicar à longo prazo.
Isso pode dar errado? Pode, mas aí toda a economia será afetada, o que, mais do que prêmio de consolação, é mais uma justificativa para aplicar na previdência complementar aberta.
O grande risco do momento é a inflação escapar do controle. A última ação do Banco Central, mantendo os juros nos patamares anteriores, foi mal recebida pelo mercado porque, antes de tudo, sinalizou a submissão do órgão à Presidência da República, o que não é nada animador, quando se olha o desempenho do País nos últimos anos e os resultados dramáticos de todas as invenções de moda do governo, na tentativa de ser “legal” para a plateia, e que redundaram na crise atual.

Se isto acontecer, o País corre o sério risco de afundar vertiginosamente e perder mais uma década. Aí tanto faz se a aplicação estava em previdência complementar ou qualquer outro ativo. Todos serão penalizados.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

O mercado comemora

VGBL já arrecada mais que todos os seguros

02/02/2016 / Fonte: CQCS

Em novembro do ano passado, pela primeira vez no ano, a receita gerada pelo VGBL e planos de previdência aberta ultrapassou a soma apurada em todas as carteiras de seguros (com exceção do saúde). É o que indica o estudo “Carta de Conjuntura do Mercado de Seguros”, divulgado pelo Sincor-SP. No mês, o VGBL e os planos de previdência arrecadaram, juntos, pouco menos de R$ 9,2 bilhões, enquanto o mercado de seguros amealhou R$ 7,4 bilhões.
Ainda de acordo com o levantamento, no acumulado no ano, de janeiro a novembro, o total apurado no VGBL e planos de previdência ficou apenas R$ 200 milhões abaixo de todo o restante do mercado: R$ 85,9 bilhões e R$ 86,1 bilhões, com crescimento de 19% e 5%, respectivamente.
Assim, é provável que, no encerramento de 2015, o VGBL, junto com os planos de previdência, tenha arrecadado mais que todo o mercado de seguros. “Até novembro, o faturamento do setor, como um todo, teve alta de 11%. Porém, esse percentual é extremamente assimétrico, já que a melhora está concentrada nos produtos do tipo VGBL, de acumulação financeira, produto pouco vendido pelos corretores de seguros”, afirma o coordenador do estudo, Francisco Galiza.
A novidade do estudo é a estatística específica sobre a categoria dos corretores de seguros. Segundo o levantamento, há quase 38 mil corretores de seguros atuando em São Paulo, dos quais 80% são profissionais especializados em todos os ramos e 20% em vida, previdência ou saúde. A capital e o interior têm peso quantitativo equivalente, com 48% e 52% do total, respectivamente. “É essa força de vendas que pode – e deve – fazer a diferença para a recuperação dos números robustos da indústria de seguros nos últimos anos. Claro que a competitividade aumentou drasticamente e que é cada vez mais difícil se diferenciar e crescer diante das dificuldades conjunturais. Mas não podemos deixar de reconhecer o papel e a força do canal corretor paulista na missão de manter o foco, com empenho e criatividade, para a superação da crise que afeta, inclusive, o mercado de seguros”, destaca o presidente do Sincor-SP,Alexandre Camillo.

domingo, 9 de março de 2014

Previdência Complementar

Você não sabe como vai ficar seu benefício de aposentadoria, está inseguro e preocupado com o seu futuro, pensando em como vai ficar sua vida financeira na hora em que tiver que se aposentar, sabendo que, o déficit do INSS é cada vez maior ?!

Certamente você não está sozinho com estas preocupações, milhões de brasileiros vivem refletindo sobre isso. Mas algo pode ser feito neste momento, você pode planejar, isso mesmo, temos que fazer um planejamento financeiro para garantir um futuro melhor para você e para aqueles que você ama.

Planejar qualquer atividade requer paciência, serenidade e segurança, planejar seu futuro e o de sua família requer muito mais, requer experiência e atenção; é por isso que lhe digo que os Planos de Previdência Complementar podem ajudar você e a sua família a terem um futuro muito mais tranquilo, isso porque possuem a força e a credibilidade de milhões de brasileiros que depositaram suas esperanças na experiência de empresas especializadas em planejar o futuro.

Planos de Previdência Privada são investimentos que oferecem, ao longo do tempo de contribuição, maior segurança, rentabilidade, credibilidade e além disso, oferecem vantagens fiscais no Imposto de Renda.

Um Plano de Previdência Complementar tem como objetivo a acumulação de recursos, na periodicidade que você escolher, que pode garantir no futuro uma renda complementar ao seu benefício de aposentadoria do INSS.

Você já ouviu histórias de pessoas que não conseguem se aposentar ?! Ou de pessoas que se aposentam, mas precisam continuar trabalhando ou desfazer-se de seus bens ?!

Isso ocorre justamente porque a Previdência Social oferece benefícios muito restritos, insuficientes para manter um padrão de vida razoável e até mesmo para sobreviver dignamente. Infelizmente, estas situações são cada vez mais comuns e refletem a crise do sistema previdenciário brasileiro.

A previdência complementar é a solução para quem deseja um dia se aposentar sem ter de abrir mão do patrimônio e do padrão de vida que conquistou durante a época da ativa. E os planos de previdência funcionam de forma simples: você paga um pouco por mês, de acordo com sua disponibilidade financeira e ainda decide quanto e quando e de que forma você quer começar a receber sua renda de aposentadoria complementar. Por isso, quanto antes você começar a participar de um plano, menores serão os valores de suas contribuições mensais e maior será o valor de seu benefício de aposentadoria.

Para quem ainda pretende garantir seu futuro apenas com a previdência social. Os números comprovam que, quanto maior for seu salário no período imediatamente anterior à aposentadoria, maior será a diferença entre o que você ganha (seu padrão de vida atual) e o que a Previdência Social vai lhe pagar (seu padrão de vida no futuro).

Por isso, não pense duas vezes, contrate logo um Plano de Previdência Complementar e garanta um futuro mais tranquilo.

As empresas de Previdência Complementar são regidas por normas técnicas do Banco Central e da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), observando as melhores práticas de Governança Corporativa e de regras rígidas de transparência, constituição e administração dos fundos de investimento.

Devido à grande variedade e flexibilidade dos produtos e às características comerciais, técnicas e legais de cada um torna-se necessária uma detalhada e conscienciosa análise prévia, quer estejamos falando da contratação de um Plano de Previdência Privada, ou na mudança para um novo plano, por isso, para que sua escolha seja a mais acertada, conheça as opções existentes no mercador e entenda como seu plano poderá atender aos seus interesses quando precisar... consideramos isso uma pré-condição para uma vida feliz.

Pode contar comigo nesta avaliação. Estarei sempre â disposição.