quinta-feira, 9 de junho de 2016
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
“A previdência complementar tem futuro”. Artigo mostra por que o produto é um dos melhores investimentos de longo prazo. Confira!
A previdência complementar tem futuro
Por Antonio Penteado Mendonça, publicado em 15 Fevereiro 2016 no Jornal Estado de São Paulo.
Por Antonio Penteado Mendonça, publicado em 15 Fevereiro 2016 no Jornal Estado de São Paulo.
Em
2015 o setor de seguros ultrapassou os R$ 300 bilhões de faturamento.
Para um ano ruim, o setor não pode se queixar. Tem gente que foi muito
pior. Provavelmente, uma análise criteriosa da economia mostrará a
atividade como uma das menos afetadas pela crise que leva o Brasil
montanha abaixo, numa velocidade apavorante.
Mas
este número precisa ser visto com cautela. O crescimento não foi
homogêneo, tanto no que diz respeito aos ramos de seguros, como no que
diz respeito a todas as empresas que compõem o segmento. Dizer que o
seguro de veículos cresceu 3% é reconhecer que ele apresentou uma queda
de 7%. Não há como desconsiderar a inflação do período que, pela
primeira vez em duas décadas, ficou acima dos 10%.
Assim,
numa abordagem transparente do crescimento do setor, o que fica
evidente é que o carro chefe do crescimento foram os planos de
previdência complementar.
Os
PGBLs e VGBLs, que se mostraram não só resistentes à crise, mas,
principalmente, uma alternativa interessante para o investidor com
capacidade para deixar seu dinheiro aplicado por vários anos.
Dinheiro
não dorme de touca. Em qualquer circunstância, ele busca o melhor
caminho para sua multiplicação. E se tem quem insiste em remar contra a
maré, ou imagina que é mais esperto do que os outros e por isso perde
nas aplicações que escolhe, a maioria segue na toada do bom senso e é
exatamente aí que a previdência complementar abriu os braços para
receber quem quis aplicar nela.
O
segredo da previdência privada é ela ser uma troca entre o governo e o
investidor. Ainda que no Brasil isso não fique completamente claro, o
plano de previdência privada não é mais do que o governo abrir mão de
parte do imposto a que teria direito, em troca do investidor deixar o
dinheiro aplicado por períodos mais longos.
A
razão é simples: fazendo isso, o governo consegue recursos
relativamente baratos para financiar os projetos de infraestrutura,
normalmente de maturação longa e baixa remuneração.
A
rentabilidade de grande parte da previdência complementar aberta
brasileira está atrelada à remuneração dos títulos públicos federais.
Por uma série de razões, que não cabe serem analisadas agora, estes
papéis têm apresentado rentabilidade bastante elevada ao longo dos
últimos anos. E, em 2015, com a inflação passando a casa dos 10%, mais
uma vez eles se mostraram interessantes, já que a rentabilidade ficou
acima de 14%.
Só
isto, neste momento, seria uma boa razão para investir em previdência
complementar aberta. Mas ainda falta contar o pulo do gato: na troca
descrita acima, o governo reduz o imposto de renda incidente sobre os
investimentos com dez anos ou mais para 15%, ou seja, muito menos do que
o imposto incidente sobre a maioria das operações financeiras.
Juros
Como em 2016 os juros devem continuar elevados, mesmo com o governo fazendo pressão para o Banco Central reduzi-los, a previdência complementar permanece sendo um investimento interessante para quem tem dinheiro para aplicar à longo prazo.
Como em 2016 os juros devem continuar elevados, mesmo com o governo fazendo pressão para o Banco Central reduzi-los, a previdência complementar permanece sendo um investimento interessante para quem tem dinheiro para aplicar à longo prazo.
Isso
pode dar errado? Pode, mas aí toda a economia será afetada, o que, mais
do que prêmio de consolação, é mais uma justificativa para aplicar na
previdência complementar aberta.
O
grande risco do momento é a inflação escapar do controle. A última ação
do Banco Central, mantendo os juros nos patamares anteriores, foi mal
recebida pelo mercado porque, antes de tudo, sinalizou a submissão do
órgão à Presidência da República, o que não é nada animador, quando se
olha o desempenho do País nos últimos anos e os resultados dramáticos de
todas as invenções de moda do governo, na tentativa de ser “legal” para
a plateia, e que redundaram na crise atual.
Se
isto acontecer, o País corre o sério risco de afundar vertiginosamente e
perder mais uma década. Aí tanto faz se a aplicação estava em
previdência complementar ou qualquer outro ativo. Todos serão
penalizados.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
O mercado comemora
VGBL já arrecada mais que todos os seguros
02/02/2016 / Fonte: CQCS
Em novembro do ano passado, pela primeira vez no ano, a receita gerada pelo VGBL e planos de previdência aberta ultrapassou a soma apurada em todas as carteiras de seguros (com exceção do saúde). É o que indica o estudo “Carta de Conjuntura do Mercado de Seguros”, divulgado pelo Sincor-SP. No mês, o VGBL e os planos de previdência arrecadaram, juntos, pouco menos de R$ 9,2 bilhões, enquanto o mercado de seguros amealhou R$ 7,4 bilhões.
Ainda de acordo com o levantamento, no acumulado no ano, de janeiro a novembro, o total apurado no VGBL e planos de previdência ficou apenas R$ 200 milhões abaixo de todo o restante do mercado: R$ 85,9 bilhões e R$ 86,1 bilhões, com crescimento de 19% e 5%, respectivamente.
Assim, é provável que, no encerramento de 2015, o VGBL, junto com os planos de previdência, tenha arrecadado mais que todo o mercado de seguros. “Até novembro, o faturamento do setor, como um todo, teve alta de 11%. Porém, esse percentual é extremamente assimétrico, já que a melhora está concentrada nos produtos do tipo VGBL, de acumulação financeira, produto pouco vendido pelos corretores de seguros”, afirma o coordenador do estudo, Francisco Galiza.
A novidade do estudo é a estatística específica sobre a categoria dos corretores de seguros. Segundo o levantamento, há quase 38 mil corretores de seguros atuando em São Paulo, dos quais 80% são profissionais especializados em todos os ramos e 20% em vida, previdência ou saúde. A capital e o interior têm peso quantitativo equivalente, com 48% e 52% do total, respectivamente. “É essa força de vendas que pode – e deve – fazer a diferença para a recuperação dos números robustos da indústria de seguros nos últimos anos. Claro que a competitividade aumentou drasticamente e que é cada vez mais difícil se diferenciar e crescer diante das dificuldades conjunturais. Mas não podemos deixar de reconhecer o papel e a força do canal corretor paulista na missão de manter o foco, com empenho e criatividade, para a superação da crise que afeta, inclusive, o mercado de seguros”, destaca o presidente do Sincor-SP,Alexandre Camillo.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Conseguir uma boa aposentadoria exige muita disciplina e investimento
Veja a reportagem apresentada no Jornal da Globo - Edição do dia 26/05/2014
http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/v/conseguir-uma-boa-aposentadoria-exige-muita-disciplina-e-investimento/3373250/
http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/v/conseguir-uma-boa-aposentadoria-exige-muita-disciplina-e-investimento/3373250/
domingo, 9 de março de 2014
Previdência Complementar
Você não sabe
como vai ficar seu benefício de aposentadoria, está inseguro e
preocupado com o seu futuro, pensando em como vai ficar sua vida
financeira na hora em que tiver que se aposentar, sabendo que, o déficit
do INSS é cada vez maior ?!
Certamente você não está sozinho com estas preocupações, milhões de brasileiros vivem refletindo sobre isso. Mas algo pode ser feito neste momento, você pode planejar, isso mesmo, temos que fazer um planejamento financeiro para garantir um futuro melhor para você e para aqueles que você ama.
Planejar qualquer atividade requer paciência, serenidade e segurança, planejar seu futuro e o de sua família requer muito mais, requer experiência e atenção; é por isso que lhe digo que os Planos de Previdência Complementar podem ajudar você e a sua família a terem um futuro muito mais tranquilo, isso porque possuem a força e a credibilidade de milhões de brasileiros que depositaram suas esperanças na experiência de empresas especializadas em planejar o futuro.
Planos de Previdência Privada são investimentos que oferecem, ao longo do tempo de contribuição, maior segurança, rentabilidade, credibilidade e além disso, oferecem vantagens fiscais no Imposto de Renda.
Um Plano de Previdência Complementar tem como objetivo a acumulação de recursos, na periodicidade que você escolher, que pode garantir no futuro uma renda complementar ao seu benefício de aposentadoria do INSS.
Você já ouviu histórias de pessoas que não conseguem se aposentar ?! Ou de pessoas que se aposentam, mas precisam continuar trabalhando ou desfazer-se de seus bens ?!
Isso ocorre justamente porque a Previdência Social oferece benefícios muito restritos, insuficientes para manter um padrão de vida razoável e até mesmo para sobreviver dignamente. Infelizmente, estas situações são cada vez mais comuns e refletem a crise do sistema previdenciário brasileiro.
A previdência complementar é a solução para quem deseja um dia se aposentar sem ter de abrir mão do patrimônio e do padrão de vida que conquistou durante a época da ativa. E os planos de previdência funcionam de forma simples: você paga um pouco por mês, de acordo com sua disponibilidade financeira e ainda decide quanto e quando e de que forma você quer começar a receber sua renda de aposentadoria complementar. Por isso, quanto antes você começar a participar de um plano, menores serão os valores de suas contribuições mensais e maior será o valor de seu benefício de aposentadoria.
Para quem ainda pretende garantir seu futuro apenas com a previdência social. Os números comprovam que, quanto maior for seu salário no período imediatamente anterior à aposentadoria, maior será a diferença entre o que você ganha (seu padrão de vida atual) e o que a Previdência Social vai lhe pagar (seu padrão de vida no futuro).
Por isso, não pense duas vezes, contrate logo um Plano de Previdência Complementar e garanta um futuro mais tranquilo.
As empresas de Previdência Complementar são regidas por normas técnicas do Banco Central e da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), observando as melhores práticas de Governança Corporativa e de regras rígidas de transparência, constituição e administração dos fundos de investimento.
Devido à grande variedade e flexibilidade dos produtos e às características comerciais, técnicas e legais de cada um torna-se necessária uma detalhada e conscienciosa análise prévia, quer estejamos falando da contratação de um Plano de Previdência Privada, ou na mudança para um novo plano, por isso, para que sua escolha seja a mais acertada, conheça as opções existentes no mercador e entenda como seu plano poderá atender aos seus interesses quando precisar... consideramos isso uma pré-condição para uma vida feliz.
Pode contar comigo nesta avaliação. Estarei sempre â disposição.
Certamente você não está sozinho com estas preocupações, milhões de brasileiros vivem refletindo sobre isso. Mas algo pode ser feito neste momento, você pode planejar, isso mesmo, temos que fazer um planejamento financeiro para garantir um futuro melhor para você e para aqueles que você ama.
Planejar qualquer atividade requer paciência, serenidade e segurança, planejar seu futuro e o de sua família requer muito mais, requer experiência e atenção; é por isso que lhe digo que os Planos de Previdência Complementar podem ajudar você e a sua família a terem um futuro muito mais tranquilo, isso porque possuem a força e a credibilidade de milhões de brasileiros que depositaram suas esperanças na experiência de empresas especializadas em planejar o futuro.
Planos de Previdência Privada são investimentos que oferecem, ao longo do tempo de contribuição, maior segurança, rentabilidade, credibilidade e além disso, oferecem vantagens fiscais no Imposto de Renda.
Um Plano de Previdência Complementar tem como objetivo a acumulação de recursos, na periodicidade que você escolher, que pode garantir no futuro uma renda complementar ao seu benefício de aposentadoria do INSS.
Você já ouviu histórias de pessoas que não conseguem se aposentar ?! Ou de pessoas que se aposentam, mas precisam continuar trabalhando ou desfazer-se de seus bens ?!
Isso ocorre justamente porque a Previdência Social oferece benefícios muito restritos, insuficientes para manter um padrão de vida razoável e até mesmo para sobreviver dignamente. Infelizmente, estas situações são cada vez mais comuns e refletem a crise do sistema previdenciário brasileiro.
A previdência complementar é a solução para quem deseja um dia se aposentar sem ter de abrir mão do patrimônio e do padrão de vida que conquistou durante a época da ativa. E os planos de previdência funcionam de forma simples: você paga um pouco por mês, de acordo com sua disponibilidade financeira e ainda decide quanto e quando e de que forma você quer começar a receber sua renda de aposentadoria complementar. Por isso, quanto antes você começar a participar de um plano, menores serão os valores de suas contribuições mensais e maior será o valor de seu benefício de aposentadoria.
Para quem ainda pretende garantir seu futuro apenas com a previdência social. Os números comprovam que, quanto maior for seu salário no período imediatamente anterior à aposentadoria, maior será a diferença entre o que você ganha (seu padrão de vida atual) e o que a Previdência Social vai lhe pagar (seu padrão de vida no futuro).
Por isso, não pense duas vezes, contrate logo um Plano de Previdência Complementar e garanta um futuro mais tranquilo.
As empresas de Previdência Complementar são regidas por normas técnicas do Banco Central e da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), observando as melhores práticas de Governança Corporativa e de regras rígidas de transparência, constituição e administração dos fundos de investimento.
Devido à grande variedade e flexibilidade dos produtos e às características comerciais, técnicas e legais de cada um torna-se necessária uma detalhada e conscienciosa análise prévia, quer estejamos falando da contratação de um Plano de Previdência Privada, ou na mudança para um novo plano, por isso, para que sua escolha seja a mais acertada, conheça as opções existentes no mercador e entenda como seu plano poderá atender aos seus interesses quando precisar... consideramos isso uma pré-condição para uma vida feliz.
Pode contar comigo nesta avaliação. Estarei sempre â disposição.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Previdência complementar aberta arrecada R$ 73,7 bilhões em 2013
Adicionado em: fevereiro 25, 2014 - 17:46 Em: Notícias, Previdência Privada, Sem Categoria, Slider-Home |comentários : 0
O mercado de previdência complementar aberta fechou 2013 com R$ 73,7 bilhões em novos depósitos, o que corresponde a uma alta de 4,56% em comparação aos R$ 70,5 bilhões acumulados em 2012. Com o desempenho do setor no acumulado de 2013, a carteira de investimentos somou R$ 374,2 bilhões, refletindo um crescimento de 10,54% frente aos R$ 338,6 bilhões registrados no ano anterior. A carteira de investimentos do VGBL obteve alta de 15,77%, passando de R$ 209,4 bilhões para R$ 242,4 bilhões. Já a carteira do PGBL cresceu 7,38% no período, registrando R$ 80,7 bilhões. A carteira dos planos tradicionais, por sua vez, registrou R$ 50,6 bilhões.
“O desempenho do setor no acumulado do ano revela a importância da indústria e também a preocupação do brasileiro com a formação de poupança para o futuro. Nossa perspectiva para este ano é positiva. Os planos de previdência são uma alternativa muito competitiva para investimentos de longo prazo”, diz Osvaldo Nascimento, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).No acumulado de 2013, a captação líquida (diferença entre arrecadação e resgates), registrou saldo positivo de R$ 33,5 bilhões, segundo o balanço da FenaPrevi, que representa 61 seguradoras e 14 entidades abertas de previdência complementar no país. Em 2013, foram contabilizados 13.487.031 contratos ativos e 94.666 pessoas usufruíram benefícios (aposentadorias complementares, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez).
“O desempenho do setor no acumulado do ano revela a importância da indústria e também a preocupação do brasileiro com a formação de poupança para o futuro. Nossa perspectiva para este ano é positiva. Os planos de previdência são uma alternativa muito competitiva para investimentos de longo prazo”, diz Osvaldo Nascimento, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).No acumulado de 2013, a captação líquida (diferença entre arrecadação e resgates), registrou saldo positivo de R$ 33,5 bilhões, segundo o balanço da FenaPrevi, que representa 61 seguradoras e 14 entidades abertas de previdência complementar no país. Em 2013, foram contabilizados 13.487.031 contratos ativos e 94.666 pessoas usufruíram benefícios (aposentadorias complementares, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez).
Desempenho por plano (Planos Individuais, Empresariais e Menores)Na análise por modalidade de plano de previdência complementar aberta, os individuais foram o destaque no acumulado, com arrecadação de R$ 64,8 bilhões, 5,31% superior ao ano anterior. Os planos empresariais registraram aportes de R$ 7 bilhões, refletindo uma leve alta de 1,22%. Os planos para menores, por sua vez, arrecadaram R$ 1,7 bilhões, refletindo em um recuo de 11,91%.
Desempenho por produto (VGBL e PGBL)Segundo a FenaPrevi, na avaliação por tipo de produto, a carteira do VGBL, modalidade indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo modelo simplificado, foi a que obteve melhor desempenho. A modalidade registrou R$ 62,1 bilhões em novos depósitos (crescimento de 4,34% em relação a 2012). Já o PGBL, recomendado para os participantes que declaram o IR pelo formulário completo, registrou depósitos de R$ 7,8 bilhões (alta de 5,10%). Por fim, a arrecadação dos planos tradicionais apresentou um incremento de 7,18%, passando de R$ 3,4 bilhões para os atuais 3,7 bilhões.
ProvisõesAs provisões – recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta – apresentaram saldo de R$ 363,6 bilhões e alta de 11,60% em dezembro de 2013. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 325,8 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no período (alta de 15,26%), passando de R$ 209,4 bilhões para R$ 241,4 bilhões. Já as dos planos PGBL cresceram 6,81%, no período, passando de R$ 75,1 bilhões para R$ 80,2 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 40,7 bilhões para R$ 41,4 bilhões, no período, alta de 1,74%.Com relação ao market share, os planos VGBL mantiveram a liderança nas provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 66,38% do total, seguidos pelos PGBL, com 22,07% do total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 11,40% do total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,13%.
O tratamento fiscalA opção por planos de previdência privada deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o IR pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total dos aportes efetuados no plano, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. “É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício”, diz Nascimento.Para usufruir da dedução, o investidor em previdência privada aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração.
Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o IR pelo formulário simplificado, se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar aberta (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. “No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL”, afirma o presidente da entidade.
De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do IR a cada seis meses sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em outras aplicações, à exceção da caderneta de poupança.
Outra característica do PGBL e do VGBL é a possibilidade do poupador optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do IR incidente.
Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o IR pelo formulário simplificado, se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar aberta (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. “No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL”, afirma o presidente da entidade.
De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do IR a cada seis meses sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em outras aplicações, à exceção da caderneta de poupança.
Outra característica do PGBL e do VGBL é a possibilidade do poupador optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do IR incidente.
T. C.
Revista Apólice
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