Muito mais do que um incremento para a sua renda na aposentadoria, o
plano de previdência pode ser uma segurança financeira para a sua
família, uma vez que facilita o planejamento sucessório, em caso de
falecimento.
Para dar comodidade e facilitar a vida dos
herdeiros, muitos planejamentos incluem a alocação de recursos em fundos
de previdência visando a redução do impacto fiscal e tributário e a
facilidade de, em vida, alocar a distribuição dos recursos dos planos
para os beneficiários que desejar.
Outra facilidade é que a pessoa pode mudar de beneficiário a qualquer
momento. Isso evita problemas na partilha.
Existe uma
grande flexibilidade para inclusão dos beneficiários. Imagine uma
pessoa que tem um plano de previdência e que casa. Ela pode adicionar o
cônjuge como beneficiário de 100% do valor acumulado. Então, nasce um
filho. Este poderá ser incluído, com a proporção que a pessoa decidir
dar a ele do montante acumulado.
Recursos obtidos rapidamente, e sem custo!
O grande diferencial dos planos de previdência, no planejamento
sucessório, é a rapidez com que os recursos são destinados aos
beneficiários.Estes recursos são liberados em 20, 30 dias, desde que
apresentada a documentação exigida.
O recurso adquirido pelos familiares
não entram em inventário. Se entrasse, poderia demorar anos a fio até
que os herdeiros recebessem o montante. Além disso, estaria submetido a
despesas que poderiam retirar até 40% do valor.
Não se pode esquecer também do aspecto custo. Ao optar por transferir
seu patrimônio, ou parte dele, através de um plano de previdência
privada, você consegue economizar com tributos, despesas processuais e
honorários advocatícios.
É uma forma de preservar para a sua família um pouco de tranqüilidade financeira.
Existem benefícios adicionais
Ainda é possível agregar uma segurança adicional,
como o pecúlio, que nada mais é do que um benefício pago não na fase de
resgate do plano de previdência, mas na fase de acumulação.
O
pecúlio trata-se de uma proteção adicional que o titular do plano pode
optar em contratar, para se proteger na eventualidade do seu falecimento
ou no caso de invalidez causada por acidente durante a fase de
acumulação.
Nos dois casos, desde que tenha sido cumprido o
período de carência, o titular do plano (no caso de pecúlio por
invalidez) ou de seus beneficiários (no caso de pecúlio por morte) terão
direito ao recebimento de uma importância em dinheiro, que será paga de
uma única só vez.
Eu posso contribuir e fazer um pecúlio de,
por exemplo, R$ 300 mil. Se acontecer algo, eu já tenho esse dinheiro. À
medida que aumenta o volume de reserva, você pode diminui o pecúlio.
Fonte: Infomoney
Por:
Flávia Furlan Nunes
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Previdência privada atinge receita recorde de R$ 56 bi
Nos últimos doze anos, o mercado de previdência privada avançou a uma taxa média anual de 25%. E, ao que tudo indica, o segmento deve manter o ritmo de crescimento nos próximos anos. "O setor tem espaço para dobrar de tamanho em número de planos, pelo menos, nos próximos cinco anos", acredita Renato Russo, vice-presidente da Federação Nacional da Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).
Atualmente, o mercado contabiliza aproximadamente 12 milhões de planos de benefícios, sendo que em 1999, esse número era de 3,4 milhões. "Para que o crescimento esperado nos próximos anos seja sustentável, é preciso que as pessoas sintam- se seguras quanto ao futuro", aponta Russo, que também é vice-presidente de vida e previdência da SulAmérica.
E foi justamente o sentimento de previsibilidade que levou o segmento a registrar recorde em arrecadação no ano passado: R$ 56 bilhões, segundo projeções da Fenaprevi, montante 21,5% maior quando comparado a igual período de 2010. "O sistema avançou em um cenário de estabilidade econômica, queda nos índices de desemprego e crescimento da massa salarial", lembra Osvaldo Nascimento, diretor executivo de produtos de investimento e previdência do Itaú Unibanco. "Se mantidas essas condições, e os indicadores econômicos não derem sinais de reversão do cenário, vamos crescer entre 20% e 25% este ano", completa.
O Itaú Unibanco apresentou avanço superior à média do mercado em 2011: 30%, reflexo das alterações promovidas no processo de venda de produtos de investimento. Atualmente, a instituição financeira analisa o perfil do cliente e indica o melhor produto de acordo com objetivos e prazos de resgate. "É natural que se o horizonte de resgate é de longo prazo, o mais adequado seja os planos de previdência", ressalta.
Lúcio Flávio de Oliveira, diretor- presidente da Bradesco Vida e Previdência, também está otimista quanto o desempenho do mercado este ano. "O brasileiro já percebeu que o mercado interno pode sair fortalecido de uma crise mundial, a exemplo de 2008. E isso beneficia produtos de investimento que visam o longo prazo." Entretanto, não basta o cenário macroeconômico interno manter-se resiliente às turbulências externas. "Também temos que trabalhar de forma a ampliar o alcance dos planos de benefícios", diz Russo, referindo- se aos produtos em desenvolvimento pelo sistema, tal qual o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) com foco da saúde - VGBL Saúde - que deve oferecer benefícios fiscais sobre os recursos resgatados (ver matéria ao lado). "Os participantes do mercado de previdência complementar, seja aberto ou fechado (fundos de pensão) tem a responsabilidade de apresentar ao governo propostas que visam a reforma, e consequente o fomento, do sistema de previdência. E o VGBL Saúde passa por esse ciclo", pondera o diretor executivo do Itaú Unibanco.
------
"O brasileiro já percebeu que o país pode sair fortalecido de uma crise mundial, a exemplo de 2008. E isso beneficia produtos de investimento que visam o longo prazo"
------
Lúcio Flávio de Oliveira Diretor presidente da Bradesco Vida e Previdência
Fonte:
Brasil Econômico | Finanças | BR
Vanessa Correia
SulAmérica reforça ainda mais seu caixa bilionário
A emissão de R$ 500 milhões em debêntures anunciada esta semana pela SulAmérica deixou um ponto de interrogação no mercado segurador brasileiro: o que será feito com o dinheiro captado? Uma parte será usada para saldar uma dívida da companhia e a outra deve reforçar o já considerável caixa de R$ 1,2 bilhão para uma possível aquisição em 2012, segundo acreditam analistas.
De acordo com o fato relevante divulgado na quarta-feira à noite, os R$ 500 milhões captados são para suprir necessidades de caixa decorrentes da expansão das operações da companhia e para reconstituir o caixa após a liquidação de dívida financeira. Agora em fevereiro vencem R$ 336 milhões em notas seniores emitidas em 2007. O mistério é o que será feito com os outros R$ 164 milhões que vão para o já recheado caixa.
É um movimento que chama a atenção, a empresa não precisa de dinheiro e toma, disse um analista que preferiu não ser identificado, lembrando o já significativo valor que a seguradora tem em caixa. Segundo o balanço do terceiro trimestre, a companhia tinha R$ 1,180 bilhão de ativo circulante disponível. O valor ainda é herança da abertura de capital em bolsa da empresa, realizada em 2007. Procurada, a SulAmérica informou estar em período de silêncio por causa da emissão.
A principal especulação entre executivos do mercado de seguros e analistas do setor é que o dinheiro será aplicado em alguma aquisição, ainda neste ano. Em ocasiões passadas, quando questionado sobre o uso do caixa da companhia, Thomaz Menezes, presidente da seguradora, mencionava aquisições.
Na prática, porém, desde que abriu o capital, a SulAmérica fez apenas duas compras e de pequeno valor. Com o término da parceria com o Banco do Brasil, comprou a participação do banco na Brasilsaúde por R$ 28,4 milhões em maio de 2010. Mas abriu mão de 60% da Brasilveículos, que ficou com o BB por R$ 359 milhões. A segunda aquisição foi fechada em abril do ano passado, da operadora de planos odontológicos Dental Plan, por R$ 28,5 milhões.
Outra possibilidade aventada é que o reforço de caixa esteja ligado aos efeitos da queda da taxa básica de juro (Selic) e à possibilidade de a Superintendência de Seguros Privados (Susep) alterar as exigências de capital das seguradoras no Brasil, movimento que ocorre na Europa, com as regras de Solvência II. Nos últimos anos, a Susep já alterou o requerimento de capital das seguradoras para incluir os riscos de subscrição e de crédito. Falta, ainda, a inclusão dos riscos de mercado e operacional.
Com a queda da Selic, as seguradoras vão enfrentar perdas no resultado financeiro, que costuma ter um peso considerável no lucro das seguradoras. Executivos do mercado estimam que mais de 70% das seguradoras dependam mais do resultado financeiro do que do operacional.
No caso da SulAmérica, a margem bruta (que é o resultado operacional de seguros, mas sem contar as despesas administrativas) foi de R$ 271,8 milhões no terceiro trimestre. No mesmo período, o resultado financeiro foi de R$ 172,7 milhões. O lucro líquido foi de R$ 98 milhões.
A seguradora fez importantes investimentos em pessoas e estrutura no ano passado, o que demandou recursos. Em entrevista ao Valor em dezembro, Menezes contou que foram abertos sete novos Centros Automotivo de Super Atendimento (Casa). Mudanças foram feitas na diretoria. Mas nada que absorva cifras bilionárias.
Fonte:
Valor Econômico | Finanças | BR
Felipe Marques e Thais Folego
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Plano para menores ganha cada vez mais espaço no mercado
O plano para menores, que privilegia, muitas vezes, crianças que
acabaram de nascer, para que elas tenham um pé de meia quando entrarem
na faculdade, para montarem seu próprio negócio ou, ainda, continuarem
com a contribuição iniciada anos atrás pelos pais, tios ou padrinhos, é
um segmento relativamente novo e que, por isso, tem muito espaço para
crescer.
Dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida
mostram que os planos para menores arrecadaram, de janeiro a setembro,
R$ 1,2 bilhão, 20,21% a mais do que no mesmo período de 2010.
A Brasilprev, por ter sido pioneira no produto voltado aos menores, e
ter iniciado as vendas desse plano em 1997, tem 42%, do total de planos,
nessa modalidade.
"Esse é um segmento que cresce anualmente no mercado e não perderá seu
espaço, já que pelo tíquete bastante acessível, R$ 25 reais, este
produto atinge todos os estratos sociais", diz o gerente de inteligência
de mercado da companhia, Sandro Bonfim da Costa.
Para Cristiana Bapstista, essa é uma excelente aposta para quem tem
filho pequeno. "Se em uma eventualidade os pais morrerem, ele tem como
se manter até conseguir se manter. Funciona como um seguro na ausência dos pais."
Osvaldo Nascimento reforça que, se o jovem utilizar os recursos quando
completar 18 anos, por exemplo, dependendo da quantia a ser resgatada,
ele não paga Imposto de Renda. "Com essa idade ele não é elegível a
pagar o imposto e, até R$ 40 mil por ano, ele é beneficiado com a
isenção."
Além disso, se o plano escolhido for o PGBL, é possível deduzir até 12% do salário bruto na declaração do IR.
Cristiana ressalta, entretanto, que é bom ter um plano para o filho
mas, mais importante ainda é ter um para si, para não ter de depender do
filho quando estiver em idade avançada.
Fonte:
Diário do Grande ABC Online | Economia | SP
Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Contrate um PGBL e reduza a mordida do Leão
A grande vantagem de ter um PGBL, além de garantir o seu futuro, é poder deduzir o investimento do seu imposto de renda. Deduza na declaração do IR até 12% da sua renda bruta anual. Faça uma contribuição agora, pois você só tem até o dia 30/12/2011 para garantir esta vantagem.
A pessoa física pode deduzir na Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) as contribuições para os planos de Previdência Complementar, limitadas a 12% da renda bruta anual tributável, desde que utilize formulário completo de declaração e também contribua para o regime geral de Previdência Social (INSS), ou, quando for o caso, para regime próprio de previdência social dos servidores titulares de cargo efetivo da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios.
Assinar:
Postagens (Atom)
